Mostrar mensagens com a etiqueta Palestras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Palestras. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Visita ao Arquivo Histórico

 Coube, desta vez, ao 4º B fazer uma visita ao Arquivo Histórico. A história da escrita foi mais uma vez abordada, pelo Director do Arquivo. O Dr. Alexandre Flores mostrou aos meninos um documento muito antigo em pergaminho que suscitou muita curiosidade. Aproveitou ainda para chamar a atenção dos alunos para a beleza da letra, muito certinha, e do cuidado com que o escrivão tinha elaborado aquele documento. Aprendemos que os livros, principalmente estes que são muito antigos e valiosos, têm de ser tratados com muita delicadeza e cuidado. Para os não estragar, temos de calçar luvas de algodão e só depois lhes podemos pegar. No Arquivo existe uma técnica de conservação que se encarrega de tratar estes documentos como se fossem bebés!
A História de Almada foi o tema seguinte. 
Ficámos fascinados ao observar a segunda edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto. Este livro tem a particularidade de ter uma parte impressa e outra manuscrita, para substituir algumas páginas que faltavam.





terça-feira, 12 de abril de 2011

Encontros na Biblioteca: o Professor Oleiro voltou!

O Professor veio encontrar-se com as turmas do 4º ano. 
A conversa decorreu à volta dos mesmos temas, fluindo conforme as perguntas que os meninos lhe foram fazendo. Novamente se falou em como era aprender e ensinar na Almada de outros tempos. 
Desta vez a novidade foi poder observar uma pena, talvez de osso ou de marfim, com um século de existência, que pertenceu ao pai do nosso convidado. Antes, o professor explicou que habitualmente se escrevia com uma pena de pato e demonstrou como era preparada a pena.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Encontros na Biblioteca: Lendas e tradições de Almada


Luís Barradas e Victor Borges, o co-autor e o ilustrador do livro Lendas e outras tradições de Almada, uma edição da CMA, vieram à escola a convite da Biblioteca. Simultaneamente, na sala 2, decorreu uma exposição alusiva ao tema. Luís Barradas veio apresentar, a todas as turmas, uma lenda e uma tradição de Almada antiga. 
Victor Borges, presente em duas das sessões, fez, a pedido, diversos desenhos com que presenteou os meninos. O nosso Hugo quis também mostrar como desenha bem e surpreendeu o Victor com a oferta de um desenho seu.  Revelou ainda que sonha vir a ser um grande ilustrador! 
Luís Barradas começou por explicar como se faz um livro. Esta obra surgiu a partir da sua pesquisa em antigos periódicos almadenses. O ilustrador, para se inspirar, antes do mais teve de ler tudo atentamente.
Ao longo dos vários encontros, foram mostradas imagens ilustrativas de antigos locais e tradições de Almada: Porto da Paulina, Porto Brandão, Lazareto, Castelo de Almada... Falou-se igualmente do Ginjal, das antigas profissões, da Fonte da Pipa onde também se abasteciam os navios da Carreira da Índia... As sessões suscitaram a curiosidade dos meninos e foram muito participadas. 


No 4º ano, Luís Barradas, depois de contar a lenda de S. João, propôs que imaginassem a continuação da lenda… Um de cada vez contaria mais um pouco, a partir do ponto em que ficasse o colega anterior.
No 4º A, o final foi assim:
Luís Barradas - Cristãos e mouros travaram uma grande batalha na Ramalha.
- No dia seguinte,...
(...) 
- No dia seguinte, hastearam a bandeira portuguesa na torre mais alta do castelo de Almada.
(...)
- João Tiago, os seus homens e a linda moura foram comemorar a vitória.
4º A - E finalmente foram descansar.
 - No dia a seguir, vieram caminhar por Almada, para se darem a conhecer às pessoas da vila que foram simpáticas para eles.
- No meio do povo, estavam três espiões infiltrados.
- Entretanto os mouros que tinham perdido a batalha atacaram de novo.
- João Tiago morreu na batalha. O exército português perdeu o seu Comandante.
- A luta foi dura, rolaram cabeças e os mouros estavam a vencer.
- A namorada moura de João Tiago foi acusada de traição e tentou suicidar-se. Mas salvou-se. Estava viva!
- Houve uma grande reviravolta na batalha e os cristãos conseguiram vencer.
- A bandeira portuguesa voltou a ser hasteada na torre do castelo.
- Já estamos fartos de guerra – diziam os portugueses. 

Luís Barradas – João Tiago acordou. Afinal, tudo não passava de um sonho… Aliás, tinha sido um enorme pesadelo!

Encontros na Biblioteca: Professor Oleiro

O Professor Oleiro, que é patrono da escola situada em frente da nossa, foi aqui professor residente, com a sua família. No espaço onde hoje é a nossa biblioteca, existiam três quartos de dormir: o dele, o do seu filho e uma salinha onde podiam dormir as visitas. No rés-do-chão, ficava a cozinha, a sala de jantar e a casa de banho. Ainda existiam duas salas de aula, uma delas com comunicação directa para a sala de jantar. 
Este professor veio conversar com as várias turmas da escola, faltando ainda o encontro com os 4º anos. 
Ficámos a saber como se ensinava e aprendia, no seu tempo. Que grande diferença! Os meninos ficaram um poucos confusos com essas diferenças: não havia televisão, computador... Faltava a biblioteca, o refeitório, o ATL, as AECs...
Havia muitos castigos, embora o Professor Oleiro raramente os praticasse.
Foi uma conversa serena e participada, devido à curiosidade dos meninos.
Quem quiser saber mais sobre a história da antiga escola Conde de Ferreira ou escola do Campo, pode consultar o livro Escola Conde de Ferreira: um pouco da sua história (1868-2008) de Feliciano Oleiro e Luís Barradas, uma edição da CMA. 
Proximamente, o Professor Oleiro, em parceria com Luís Barradas, publicará as suas memórias. Ficamos à espera.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Palestra: Almada Medieval

Recebemos a visita do Dr. Alexandre Flores, Director do Arquivo Histórico de Almada, que nos veio falar da nossa cidade, na época medieval. Foi projectado um power point que apoiou esta lição de História que foi muito participada.
Ficámos a saber que o topónimo de Almada - Al-Madan - é de origem árabe e significa a mina
D. Afonso Henriques, o fundador da nacionalidade, empreendeu várias lutas contra os mouros, para libertar o território do seu domínio. Almada foi recuperada em 1147, novamente perdida e outra vez reconquistada. 
Chamou-se Reconquista a estas lutas que libertaram a nossa terra da ocupação dos mouros. Mas o nosso primeiro Rei quis garantir que ninguém iria maltratar os vencidos. Assim, surgiu o primeiro foral, em benefício dos mouros forros, em 1170. Mais tarde, em 1190, D. Sancho I voltou a definir os direitos e deveres dos habitantes do concelho de Almada, numa nova carta de foral
A vida pessoal dos Reis foi objecto de grande curiosidade. As técnicas de assalto aos castelos e a ajuda prestada pelos Cruzados foram outros aspectos que despertaram o interesse e muitas perguntas dos ouvintes. 
Ficou o convite para os alunos do 4º ano aprofundarem estes conhecimentos com a ajuda dos livros de História de Portugal e local, disponíveis na Biblioteca.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Comemorando a República

O Director do Arquivo Histórico de Almada, Dr. Alexandre Flores, esteve na nossa Biblioteca para contar aos meninos do 4º ano como foi vivida a República na nossa cidade. Veio a propósito falar do dia-a-dia naquela época, como por exemplo, como era o vestuário, o ensino, as profissões e até como se namorava...
Explicou também as principais diferenças entre a Monarquia e a República. E sabiam que em Almada a República foi proclamada no dia 4 de Outubro?