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terça-feira, 28 de junho de 2011

Encontro de todas as turmas com o Professor José Carita

Nesta sessão final, reuniram-se todas as turmas da nossa escola no ginásio. Foi o culminar de todas as sessões individuais anteriormente realizadas.
As canções aprendidas foram agora cantadas de novo ao som do já nosso conhecido cavaquinho e de mais outros dois instrumentos, também de cordas: a viola ou guitarra e o bandolim.

A participação e entusiasmo tanto das crianças como dos adultos foram contagiantes.
O Tomé também deu uma ajuda: até parecia um verdadeiro profissional!
Ficou a promessa de novos encontros. Estes sim, irão contar com a participação de mais executantes, o que não foi possível garantir nesta sessão, para desapontamento de todos. Ficaremos à vossa espera.
Bem-haja, Professor Carita!

As estações do ano

O Verão, no hemisfério norte, inicia-se no dia 21 de Junho e termina, com o equinócio de Outono, a 23 de Setembro. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas, raramente chove e os dias são longos. 

O Verão é, normalmente, o período do ano reservado às férias. E férias são sinónimo de tempo livre!...
Queres sugestões para as tuas leituras, neste verão? 
Visita a secção infanto-juvenil da Biblioteca Municipal de Almada.



Recortes e dobragens: uma aula prática

Os meninos da professora Isaura precisavam de decorar as suas capas, para guardar os trabalhos da escola. Nada melhor do que pôr em prática o que aprendemos com o professor Louro Artur. A Biblioteca também deu uma ajuda.
Deitámos mãos à obra e trabalhámos afincadamente durante toda a tarde. Sugeriram-se desenhos para os recortes, mas alguns meninos gostaram de criar os seus. 
Seguidamente, passámos à dobragem do papel. Voltámos a exemplificar, construindo animais muito conhecidos: o cão, o gato, o peixe.
Finalmente, começaram a aparecer os primeiros resultados.
Ora vejam como ficaram bonitas as capas destes alunos, tão aplicados e talentosos!



A Biblioteca na sala de aula: a matéria em powerpoints

A Biblioteca elaborou vários powerpoints, alguns dos quais foram utilizados pela Professora Isaura, no seu 3º A.
Podes rever a matéria dada, a partir destes que foram publicados no Slideshare.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Encontros na Biblioteca: o Comércio Justo e a Professora Colette

A Professora Colette começou por nos ensinar o que era uma Cooperativa e quais as suas vantagens, comparando-a com uma empresa. Seguidamente, explicou em que consiste a cadeia comercial que vai desde o consumidor de um dado produto (chocolate/cacau), até ao produtor (agricultor), passando pelo comércio a retalho e grossista, pela fábrica e pelo transporte.
Ficámos a saber em que países se produz o cacau (Costa do Marfim, Gana…) e  onde se consome o chocolate (Europa, América do Norte…). 
Ao leres os rótulos dos produtos provenientes do Comércio Justo, podes ficar a saber a origem exacta de cada produto.
Para percebermos melhor em que consiste o Comércio Justo, fizemos um jogo. Foram distribuídos dois cartões a cada aluno: um vermelho e outro verde. À medida que a Professora Colette ia lendo um pequeno texto sobre uma cooperativa de produtores de cacau, no Gana, os meninos deveriam levantar um dos cartões: o vermelho, para assinalar os aspectos negativos/problemas e o verde, sempre que era referido um aspecto positivo/solução.
O tempo não deu para concluir a leitura do texto.
Para saberes um pouco mais sobre este tema, deixamos-te dois vídeos: um sobre o Comércio Justo e outro sobre o cacau e o chocolate.

Encontros na biblioteca: o Cavaquinho e o Professor José Carita



Conhecem o cavaquinho? Sabiam que este instrumento musical foi difundido pelos imigrantes minhotos? E que, a partir da Madeira, foi introduzido no Brasil, Cabo Verde e Havai? E que o seu som, estridente e muito característico, fez com que os havaianos lhe chamassem de Pulga Saltitante (ukulele)?
Após um breve aquecimento vocal, os meninos do 2º ano cantaram alegremente várias canções populares e infantis, acompanhadas por gestos.
Por fim, apresentou-se um instrumento desconhecido, o diapasão. Para surpresa de todos o seu som, a nota , pôde ser percebida de uma forma curiosa. Como o som se propaga através da matéria, bastou colocar o dedo no ouvido e, fazendo o diapasão vibrar no cotovelo, o som chegou finalmente ao seu destino.
Foi com pena que tivemos de nos despedir, mas ficámos com a promessa de um novo encontro. Até breve!

A última música cantada foi As Galinhas que todos conheciam. Querem recordá-la?

Visita ao Arquivo Histórico

 Coube, desta vez, ao 4º B fazer uma visita ao Arquivo Histórico. A história da escrita foi mais uma vez abordada, pelo Director do Arquivo. O Dr. Alexandre Flores mostrou aos meninos um documento muito antigo em pergaminho que suscitou muita curiosidade. Aproveitou ainda para chamar a atenção dos alunos para a beleza da letra, muito certinha, e do cuidado com que o escrivão tinha elaborado aquele documento. Aprendemos que os livros, principalmente estes que são muito antigos e valiosos, têm de ser tratados com muita delicadeza e cuidado. Para os não estragar, temos de calçar luvas de algodão e só depois lhes podemos pegar. No Arquivo existe uma técnica de conservação que se encarrega de tratar estes documentos como se fossem bebés!
A História de Almada foi o tema seguinte. 
Ficámos fascinados ao observar a segunda edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto. Este livro tem a particularidade de ter uma parte impressa e outra manuscrita, para substituir algumas páginas que faltavam.





Encontros na biblioteca: o Professor José Carita e o Cavaquinho

O Professor Carita veio à nossa biblioteca para desenvolver uma actividade de expressão musical. Foi um momento muito animado e participado por todos nós.
Primeiro apresentou-nos o cavaquinho, instrumento tradicional do Minho, e contou um pouco da sua história. Aproveitámos para recordar as famílias dos instrumentos musicais e classificámos o cavaquinho como pertencente à família dos instrumentos de corda.
A seguir, ensinou-nos diversas canções simples, mas muito divertidas, que cantámos acompanhando-as com gestos e palmas. O entusiasmo foi grande e, no final, a pedido de todos, foi repetida a cantiga Alecrim aos Molhos.
Como souberam a pouco aqueles 60 minutos! Ficámos com vontade de mais, de muito mais!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Encontros na biblioteca: recortes rendilhados com o Professor Louro Artur

Desta vez o Professor Louro Artur propôs-nos um verdadeiro desafio: dobrar e vincar um rectângulo de papel de seda e desenhar algumas figuras. 
As fotocópias que foram distribuídas exemplificavam os passos a seguir. Depois, com uma tesoura, recortámos os desenhos e obtivemos, como por magia, uma sequência de figurinhas todas iguais. À medida que estas iam surgindo, iam sendo colocadas sobre folhas pretas. O efeito obtido foi muito bonito e colorido.
Este não foi um exercício fácil, mas com persistência pode-se sempre melhorar. 
Aqui fica a sugestão: por que não treinar, em casa, talvez mesmo com a ajuda dos Pais? É só seguir  as indicações que se encontram nas fotocópias. Vamos a isso?
Para os mais corajosos, aqui deixamos duas sugestões diferentes, para decorar as suas festas de aniversário. 
Os vídeos estão em castelhano, mas é fácil entender tudo... Ora vê! 

Encontros na biblioteca: modelagem com o Professor Louro Artur

O Professor Louro Artur, uma referência incontornável das Artes Plásticas deste nosso concelho de Almada, foi mais uma vez o convidado da nossa Biblioteca. Nesta sessão, ensinou os alunos do 2º ano a modelar o corpo humano.
Primeiro, foi preciso construir uma figura humana deitada, começando pela cabeça, depois o pescoço, e a seguir o tronco e os membros. Depois, houve que a levantar, sentando-a. Não foi nada fácil, mas os resultados foram compensadores.
Finalmente, numa segunda sessão, estas esculturas foram pintadas.
Olhem como ficaram bonitas!   




Visita ao Arquivo Histórico

O Arquivo Histórico é nosso vizinho: apenas algumas poucas dezenas de metros nos separam. Hoje, fomos nós, os alunos do 4º ano, a fazer-lhe uma visita.
O nosso anfitrião foi o seu Director, o Dr. Alexandre Flores. Em primeiro lugar, deu-nos a conhecer os diversos tipos de escrita e a evolução dos respectivos suportes, ao longo da História.
A forma de autenticar os documentos antigos, por exemplo os selos pendentes, atraíram a  curiosidade dos meninos que levantaram várias questões.
 Do manuscrito ao impresso, qual é a diferença? Aprendêmo-la no Arquivo.
Também ficámos a conhecer um pouco da história das Bibliotecas e dos Arquivos.
O tema seguinte foi a História da nossa cidade de Almada. Desta vez o Professor Alexandre Flores centrou-se no período compreendido entre o reinado de D. João I e as invasões napoleónicas. D. Nuno Álvares Pereira, D. Manuel I, Fernão Mendes Pinto, Manuel de Sousa Coutinho foram algumas das personalidades abordadas.

Encontros na biblioteca: dobragens em papel com o Professor Louro Artur


O Professor Louro Artur ensinou a transformar uma folha de papel num copo. A dificuldade estava em dobrar e vincar cuidadosamente o papel, de modo a obter um copo quase perfeito.
Depois, era só decorá-lo a gosto, com lápis de cor ou canetas de feltro.
Como ficaram orgulhosos os alunos com os seus copos tão bonitos e originais!


Sabias que no Japão a arte da dobragem do papel se chama origami

Recorda aqui como se faz o copo e aprende a criar outros objectos.

Os pequenos filmes que se seguem, são boas sugestões para ocupares os teus tempos livres com criatividade. 


Encontros na Biblioteca: um painel colectivo

O Sr. Luís Barradas fez-nos de novo uma visita. Desta vez propôs aos alunos do 2º ano o desenho e pintura de um painel colectivo com o tema A Primavera.
Fez uma breve explicação sobre o modo como tinham sido talhados os quadradinhos de madeira, com 10 cm de lado, e mostrou os instrumentos que tinha utilizado. Foi então distribuído a cada menino um quadrado de papel onde começou a nascer o desenho que seria depois decalcado para a madeira, com a ajuda de um papel químico.
Por fim, só faltava pintar os desenhos. Foi o que aconteceu, numa segunda sessão de trabalho.
Finalmente, o Sr. Luís Barradas colou os quadrados de madeira num cartão e preparou o painel, a fim de poder ser afixado na parede das respectivas salas de aula.
Vejam que lindos ficaram!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Hora do Conto: O dia em que a mata ardeu

Por volta do Equinócio da Primavera, festejando o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, lemos ao 3º ano o conto de José Fanha O dia em que a mata ardeu. A família dos pássaros Bisnaus voltou a pôr em risco o equilíbrio ambiental com as suas atitudes de desrespeito pelos seres vivos, animais e plantas. 
Esta história acaba com um final feliz, o que nem sempre acontece. 
Após um incêndio, a reconstituição da vegetação é lenta e pode ser incompleta, assim como o consequente regresso dos animais que aí coabitavam.
Veio a propósito rever os conhecimentos adquiridos, em sala de aula, sobre os seres vivos e as respectivas cadeias tróficas. O filme Floresta, fogo e vida, da Flaminia, reforçou estes ensinamentos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

A Biblioteca na sala de aula: rochas, solos e formas de relevo

Chegou a vez das apresentações sobre as rochas, solos e formas de relevo, na aula do 3º ano. Os alunos puderam compreender como a Terra se formou e observar a sua constituição. 
Verificaram que se assemelha a um fruto com casca, polpa e caroço e que a sua superfície é como as peças de um puzzle, em movimento. O rosto desta nossa Terra está sempre em mudança!
Aprenderam como se formam os diferentes tipos de rochas e até as puderam manusear, graças à colecção que os alunos do ano passado ajudaram a construir. Que sorte!
Os solos permitiram recordar as cadeias alimentares. Até se fez uma dramatização. Houve quem fizesse de planta, de veado, de lobo e de bicho-de-conta. A planta (ser produtor) transforma os sais minerais em matéria orgânica; o veado vai comê-la (consumidor herbívoro); o lobo come o veado (consumidor carnívoro); o bicho-de-conta (ser decompositor) transforma a matéria morta (folhas, ramos, cadáveres, excrementos...) em sais minerais que as plantas vão absorver. Assim se percebeu melhor a magia da natureza!
A partir da apresentação sobre as formas de relevo, os alunos puderam aprender como se formam as montanhas e as planícies. A erosão (rios, glaciares, vento...) desgastam as rochas, transportam os sedimentos e finalmente depositam-nos. As rochas, pela acção da erosão, "apodrecem" e partem-se facilmente, tal como o povo diz no provérbio água mole em pedra dura tanto dá até que fura. A Maria tentou, sem sucesso, partir um granito são; conseguiu fazê-lo num granito apodrecido que se esboroou facilmente sob os seus dedos.
 Os meninos surpreenderam pela atenção com que seguiram e participaram na aula e pelos trabalhos que produziram por iniciativa própria. 
 
Para poderes relembrar estas matérias aqui ficam os powerpoints.