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terça-feira, 28 de junho de 2011

Hora do conto: duas histórias

Já tínhamos contado histórias de muitas maneiras, mas nunca através de áudio-livros. Existe na Biblioteca uma colecção de histórias em livro bilingue (português e inglês) e em cassete áudio (também bilingue).
Escolhemos Os três filhos do Czar. Os meninos puderam ouvir o conto ao mesmo tempo que viam as ilustrações do livro. Um Czar (título usado pelos reis do império russo), já idoso, quis escolher o seu sucessor. Como tinha três filhos, decidiu pô-los à prova. Todos deveriam casar e o escolhido seria aquele que provasse ter a esposa perfeita. O novo Czar acabou por ser o que tinha casado com uma gata. Afinal, esta não era mais do que uma linda princesa enfeitiçada. Só o amor do seu príncipe foi capaz de quebrar o encanto.


Uma vaca chamada estrelinha, de Luísa Ducla Soares, foi o conto seguinte. Dois primos muito pobres, o Zé e o Barnabé, decidiram comprar uma vaca a meias. Tudo correu bem até ao momento em que foi preciso decidir como a partir ao meio. Com qual das metades deveria ficar cada um?
Temos uma vaca
Chamada Estrelinha
Metade é tua
Metade é minha
Os meninos foram então convidados a dizer qual das duas metades escolheriam. Poucos quiseram ficar com a cabeça. Esta tinha os chifres que davam sorte. A maioria escolheu a parte do rabo por causa do leite.
A história conta-nos que um dos primos, o Barnabé, escolheu ficar com a parte da cabeça, sempre era mais airosa, mais limpa, e o primo Zé decidiu-se pelo rabo. No final percebemos que foi este o sortudo: tirava o leite, fazia queijos e manteiga e ainda recolhia o estrume para adubar a horta. Ao outro cabia unicamente alimentar o animal. Que pouca sorte!
Falámos ainda de provérbios ou ditados populares e explicámos alguns como: ser de se lhe tirar o chapéu, andar que nem um brinquinho, ser uma estampa. Afinal quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte!
Se quiseres reler a história, aqui a tens.
Recorda:
- Um provérbio ou ditado popular é uma frase que encerra o saber popular e que é transmitida de geração em geração.
- As lengalengas são histórias prolongadas e repetitivas.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Encontros na biblioteca: o Cavaquinho e o Professor José Carita



Conhecem o cavaquinho? Sabiam que este instrumento musical foi difundido pelos imigrantes minhotos? E que, a partir da Madeira, foi introduzido no Brasil, Cabo Verde e Havai? E que o seu som, estridente e muito característico, fez com que os havaianos lhe chamassem de Pulga Saltitante (ukulele)?
Após um breve aquecimento vocal, os meninos do 2º ano cantaram alegremente várias canções populares e infantis, acompanhadas por gestos.
Por fim, apresentou-se um instrumento desconhecido, o diapasão. Para surpresa de todos o seu som, a nota , pôde ser percebida de uma forma curiosa. Como o som se propaga através da matéria, bastou colocar o dedo no ouvido e, fazendo o diapasão vibrar no cotovelo, o som chegou finalmente ao seu destino.
Foi com pena que tivemos de nos despedir, mas ficámos com a promessa de um novo encontro. Até breve!

A última música cantada foi As Galinhas que todos conheciam. Querem recordá-la?

Hora do conto: Os cisnes selvagens

Hans Christian Andersen escreveu esta história de coragem e magia. Conta-nos como uma pequena princesa conseguiu quebrar o encanto com que a sua maldosa madrasta tinha enfeitiçado os seus 11 irmãos. No fim, os maus foram castigados e os bons recompensados. Os meninos do 2ºA viram esta história em DVD.
Aqui te deixamos uma outra versão da mesma história.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Encontros na biblioteca: modelagem com o Professor Louro Artur

O Professor Louro Artur, uma referência incontornável das Artes Plásticas deste nosso concelho de Almada, foi mais uma vez o convidado da nossa Biblioteca. Nesta sessão, ensinou os alunos do 2º ano a modelar o corpo humano.
Primeiro, foi preciso construir uma figura humana deitada, começando pela cabeça, depois o pescoço, e a seguir o tronco e os membros. Depois, houve que a levantar, sentando-a. Não foi nada fácil, mas os resultados foram compensadores.
Finalmente, numa segunda sessão, estas esculturas foram pintadas.
Olhem como ficaram bonitas!   




Encontros na Biblioteca: um painel colectivo

O Sr. Luís Barradas fez-nos de novo uma visita. Desta vez propôs aos alunos do 2º ano o desenho e pintura de um painel colectivo com o tema A Primavera.
Fez uma breve explicação sobre o modo como tinham sido talhados os quadradinhos de madeira, com 10 cm de lado, e mostrou os instrumentos que tinha utilizado. Foi então distribuído a cada menino um quadrado de papel onde começou a nascer o desenho que seria depois decalcado para a madeira, com a ajuda de um papel químico.
Por fim, só faltava pintar os desenhos. Foi o que aconteceu, numa segunda sessão de trabalho.
Finalmente, o Sr. Luís Barradas colou os quadrados de madeira num cartão e preparou o painel, a fim de poder ser afixado na parede das respectivas salas de aula.
Vejam que lindos ficaram!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Encontros na Biblioteca: novamente com a Avó Manela


Desta vez a avó Manela veio encontrar-se com a turma do 2º B que pôde ouvir as diabruras do Xaneca e ser motivada para a escrita.
A motivação, no 2º A, resultou. A avó Manela teve a alegria de receber a visita do Gonçalo que em dois dias pôs em prática a sugestão de escrever e ilustrar um texto sobre um animal de estimação. Foi uma excelente surpresa! 
O mesmo aconteceu com os alunos desta turma que posteriormente vieram entregar trabalhos. Ei-los aqui!

Hora do Conto: outras linguagens

Uma história pode ser contada de múltiplas maneiras. Normalmente associamo-las aos livros, mas muito antes do papel as histórias andavam de boca em boca, de avós para netos... 
Hoje em dia há também livros digitais, as histórias podem ser lidas com a ajuda de um computador.
Outra coisa: será que as histórias só podem ser contadas com palavras? Olha que não! Podem ser contadas através de desenhos, de fotografias, de melodias, sei lá que mais!...
De certeza que todos gostam de ir ao cinema ou ao teatro. Aí combinam-se várias linguagens: palavras, imagens, música, luz... 
Conhecer uma história vendo um filme tem sido possível, em vários momentos, na nossa biblioteca. Como existem pouquíssimos DVDs, temos beneficiado de empréstimos que nos permitiram ver a Fantasia e outros filmes de animação de Walt Disney bem como alguns contos de Andersen.
Os meninos, dos mais pequenos aos mais crescidos, têm gostado muito!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Encontros na Biblioteca: as histórias da Avó Manela

Recebemos mais uma convidada que nos veio contar uma história. Foi uma história verdadeira sobre um gato, o Xaneca, que durante catorze anos conviveu com a família da nossa visitante. As travessuras deste simpático felino entretiveram os meninos do 2º A que fizeram muitas perguntas e falaram também dos seus animais de estimação. 
A avó Manela escreveu esta e outras histórias numa brochura, por si encadernada e intitulada As histórias da avó Manela. Parece um livro mas nunca foi publicado. Os meninos foram convidados a escrever e ilustrar um conto, relatando alguma peripécia relacionada com o seu animal, seguindo-lhe o exemplo. 
Todos pareciam entusiasmados. Vamos ver quantos contos irão surgir.
O 2º B terá ainda esta semana uma idêntica sessão. 
Muito obrigada, avó Manela!
A avó Manela criou dois blogues, para crescidos, que podes visitar:
- Poesia - Expoente do Pensamento
- Almada - Linda Cidade

Encontros na Biblioteca: Lendas e tradições de Almada


Luís Barradas e Victor Borges, o co-autor e o ilustrador do livro Lendas e outras tradições de Almada, uma edição da CMA, vieram à escola a convite da Biblioteca. Simultaneamente, na sala 2, decorreu uma exposição alusiva ao tema. Luís Barradas veio apresentar, a todas as turmas, uma lenda e uma tradição de Almada antiga. 
Victor Borges, presente em duas das sessões, fez, a pedido, diversos desenhos com que presenteou os meninos. O nosso Hugo quis também mostrar como desenha bem e surpreendeu o Victor com a oferta de um desenho seu.  Revelou ainda que sonha vir a ser um grande ilustrador! 
Luís Barradas começou por explicar como se faz um livro. Esta obra surgiu a partir da sua pesquisa em antigos periódicos almadenses. O ilustrador, para se inspirar, antes do mais teve de ler tudo atentamente.
Ao longo dos vários encontros, foram mostradas imagens ilustrativas de antigos locais e tradições de Almada: Porto da Paulina, Porto Brandão, Lazareto, Castelo de Almada... Falou-se igualmente do Ginjal, das antigas profissões, da Fonte da Pipa onde também se abasteciam os navios da Carreira da Índia... As sessões suscitaram a curiosidade dos meninos e foram muito participadas. 


No 4º ano, Luís Barradas, depois de contar a lenda de S. João, propôs que imaginassem a continuação da lenda… Um de cada vez contaria mais um pouco, a partir do ponto em que ficasse o colega anterior.
No 4º A, o final foi assim:
Luís Barradas - Cristãos e mouros travaram uma grande batalha na Ramalha.
- No dia seguinte,...
(...) 
- No dia seguinte, hastearam a bandeira portuguesa na torre mais alta do castelo de Almada.
(...)
- João Tiago, os seus homens e a linda moura foram comemorar a vitória.
4º A - E finalmente foram descansar.
 - No dia a seguir, vieram caminhar por Almada, para se darem a conhecer às pessoas da vila que foram simpáticas para eles.
- No meio do povo, estavam três espiões infiltrados.
- Entretanto os mouros que tinham perdido a batalha atacaram de novo.
- João Tiago morreu na batalha. O exército português perdeu o seu Comandante.
- A luta foi dura, rolaram cabeças e os mouros estavam a vencer.
- A namorada moura de João Tiago foi acusada de traição e tentou suicidar-se. Mas salvou-se. Estava viva!
- Houve uma grande reviravolta na batalha e os cristãos conseguiram vencer.
- A bandeira portuguesa voltou a ser hasteada na torre do castelo.
- Já estamos fartos de guerra – diziam os portugueses. 

Luís Barradas – João Tiago acordou. Afinal, tudo não passava de um sonho… Aliás, tinha sido um enorme pesadelo!

Encontros na Biblioteca: Professor Oleiro

O Professor Oleiro, que é patrono da escola situada em frente da nossa, foi aqui professor residente, com a sua família. No espaço onde hoje é a nossa biblioteca, existiam três quartos de dormir: o dele, o do seu filho e uma salinha onde podiam dormir as visitas. No rés-do-chão, ficava a cozinha, a sala de jantar e a casa de banho. Ainda existiam duas salas de aula, uma delas com comunicação directa para a sala de jantar. 
Este professor veio conversar com as várias turmas da escola, faltando ainda o encontro com os 4º anos. 
Ficámos a saber como se ensinava e aprendia, no seu tempo. Que grande diferença! Os meninos ficaram um poucos confusos com essas diferenças: não havia televisão, computador... Faltava a biblioteca, o refeitório, o ATL, as AECs...
Havia muitos castigos, embora o Professor Oleiro raramente os praticasse.
Foi uma conversa serena e participada, devido à curiosidade dos meninos.
Quem quiser saber mais sobre a história da antiga escola Conde de Ferreira ou escola do Campo, pode consultar o livro Escola Conde de Ferreira: um pouco da sua história (1868-2008) de Feliciano Oleiro e Luís Barradas, uma edição da CMA. 
Proximamente, o Professor Oleiro, em parceria com Luís Barradas, publicará as suas memórias. Ficamos à espera.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Encontros na Biblioteca: Apeixonados

O escritor José Pinheiro, a filha Catarina (ilustradora) e a mãe Madalena estiveram na nossa biblioteca para nos falar da obra Apeixonados.
Ficámos a saber como nasce um livro e todos os meninos foram motivados, também eles, a meter mãos à obra. Uns a escrever e outros a ilustrar. Aprendemos que nos podemos apaixonar pelos peixes, isto é «apeixonarmo-nos»... 
Paralelamente, aprendemos a respeitar o mar e suas criaturas, conhecendo-as através dos versos de José Pinheiro. 
A Catarina, com temas sugeridos pelos meninos, fez desenhos para cada uma das turmas. Pena foi não ter podido estar presente na sessão com as turmas do 2º B e do 3º A.
As marionetas fizeram as delícias de todos os alunos. Foram também muito apreciadas os desenhos feitos pela Catarina em camisolas com temas ligados aos clubes de futebol.
Como o livro Apeixonados contém adivinhas, vários foram os meninos que leram quadras e descobriram as soluções.
Os meninos do 2º A fizeram questão de apresentar um trabalho, feito por eles, sobre a sessão. Mostraram-no na vez seguinte, tendo sido muito aplaudido por todos os presentes.


Hora do Conto: o magnífico plano do lobo

Que os lobos são matreiros já nós sabemos. Mas o lobo da história O magnífico plano do lobo, de Melanie Williamson, que só tinha um dente e ainda por cima podre,  concebeu e desenhou um plano diabólico contra uns inocentes cordeirinhos... 
Os meninos do 2º ano observaram o plano desenhado pelo lobo e interpretaram-no. 
Aprenderam também todos os passos desde a tosquia até à confecção das camisolas. 
No 2º B, aproveitou-se para rever o tema das famílias dos animais: o pai carneiro, a mãe ovelha e os filhos cordeirinhos...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Uma sessão de desenhos animados

O 2º B esteve na biblioteca a ver o filme Papuça e Dentuça, dois amigos impensáveis: uma raposa e um cão de caça!
Ora vê aqui um momento da história.

Hora do Conto: O urso e a formiga

Continuando a falar com o 2º B sobre os animais, desta vez na sala de aula, foi lida a história de Luísa Ducla Soares O urso e a formiga
O urso papa-formigas enganou-se quando pensou que poderia comer aquelas formigas...Mas a Formiga Rabiga tinha engendrado um plano que salvou o formigueiro. Bastaram umas bolinhas de pimenta que deixaram o urso a arder!
Os meninos ficaram a conhecer o urso papa-formigas e o formigueiro.
Também foram mostradas imagens de outros livros, para dar a conhecer alguns dos habitantes da floresta das regiões temperadas.

A Biblioteca na sala de aula: o esquilo

Os hábitos do esquilo foram aprendidos através da leitura partilhada do livro Os animais da floresta. No fim, os meninos preencheram uma ficha relativa a este animal que foi colorida a preceito.