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terça-feira, 28 de junho de 2011

Os nossos agradecimentos...




Chegámos ao fim de mais um ano lectivo.



A Biblioteca desenvolveu, ao longo deste tempo, um conjunto de actividades que foram muito participadas, educativas e divertidas, nunca perdendo de vista o objectivo de a tornar um espaço de aprendizagem, lazer e prazer. 
Foi graças à generosa colaboração de várias entidades e individualidades que todo este trabalho se tornou possível, proporcionando aos nossos meninos momentos inesquecíveis.
Aqui deixamos os nossos agradecimentos ao Arquivo Histórico de Almada, na pessoa do seu Director, Dr. Alexandre Flores, e do Sr. Luís Barradas, à Cooperativa Mó de Vida e a todos os professores e outros cidadãos que voluntariamente nos ajudaram.
Esperamos, no futuro, poder continuar a contar com todos vós.
Bem-hajam!

Encontro de todas as turmas com o Professor José Carita

Nesta sessão final, reuniram-se todas as turmas da nossa escola no ginásio. Foi o culminar de todas as sessões individuais anteriormente realizadas.
As canções aprendidas foram agora cantadas de novo ao som do já nosso conhecido cavaquinho e de mais outros dois instrumentos, também de cordas: a viola ou guitarra e o bandolim.

A participação e entusiasmo tanto das crianças como dos adultos foram contagiantes.
O Tomé também deu uma ajuda: até parecia um verdadeiro profissional!
Ficou a promessa de novos encontros. Estes sim, irão contar com a participação de mais executantes, o que não foi possível garantir nesta sessão, para desapontamento de todos. Ficaremos à vossa espera.
Bem-haja, Professor Carita!

Encontros na biblioteca: o Professor Carita e o seu cavaquinho

Mais uma vez o cavaquinho foi o rei destas sessões. Ficámos a saber que existem três tipos de instrumentos de corda (cordofones): os instrumentos de corda percutida (piano), os de corda friccionada (violino) e os de corda dedilhada (cavaquinho).
Cantaram-se várias canções, sempre acompanhadas por gestos e com o alegre fundo musical proporcionado pelo cavaquinho. 
Foi novamente exemplificada a propagação do som do diapasão, através dos nossos ossos.
Como estamos na época dos Santos Populares, ensaiámos uma marcha, para cantarmos na sessão colectiva que irá juntar todas as turmas da escola.
Aqui fica a letra, para poderes recordá-la.


Marcha


Refrão:
Com quadrados de papel
E tesouras p'ra cortar
Ficam feitos os balões
Para os santos festejar


Ó meu rico Santo António
P’ró teu altar dou dinheiro
Arranja-me um lindo par
Não quero ficar solteiro!
Lá-lá-rá-lá-lá

(Refrão)

Vou queimar a alcachofra
Na noite de São João
E logo fico a saber
Se tu és um aldrabão!
Lá-lá-rá-lá-lá

(Refrão)

As fogueiras de São Pedro
Quero saltar de mão dada
Com quem precisa de mim
E me chama namorada!
Lá-lá-rá-lá-lá

(Refrão)

Agora, a seguir, poderás ver e ouvir o Professor Carita a tocar uma música portuguesa, à viola. Que diferença!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Encontros na Biblioteca: o Comércio Justo e a Professora Colette

A Professora Colette começou por nos ensinar o que era uma Cooperativa e quais as suas vantagens, comparando-a com uma empresa. Seguidamente, explicou em que consiste a cadeia comercial que vai desde o consumidor de um dado produto (chocolate/cacau), até ao produtor (agricultor), passando pelo comércio a retalho e grossista, pela fábrica e pelo transporte.
Ficámos a saber em que países se produz o cacau (Costa do Marfim, Gana…) e  onde se consome o chocolate (Europa, América do Norte…). 
Ao leres os rótulos dos produtos provenientes do Comércio Justo, podes ficar a saber a origem exacta de cada produto.
Para percebermos melhor em que consiste o Comércio Justo, fizemos um jogo. Foram distribuídos dois cartões a cada aluno: um vermelho e outro verde. À medida que a Professora Colette ia lendo um pequeno texto sobre uma cooperativa de produtores de cacau, no Gana, os meninos deveriam levantar um dos cartões: o vermelho, para assinalar os aspectos negativos/problemas e o verde, sempre que era referido um aspecto positivo/solução.
O tempo não deu para concluir a leitura do texto.
Para saberes um pouco mais sobre este tema, deixamos-te dois vídeos: um sobre o Comércio Justo e outro sobre o cacau e o chocolate.

Encontros na biblioteca: o Cavaquinho e o Professor José Carita



Conhecem o cavaquinho? Sabiam que este instrumento musical foi difundido pelos imigrantes minhotos? E que, a partir da Madeira, foi introduzido no Brasil, Cabo Verde e Havai? E que o seu som, estridente e muito característico, fez com que os havaianos lhe chamassem de Pulga Saltitante (ukulele)?
Após um breve aquecimento vocal, os meninos do 2º ano cantaram alegremente várias canções populares e infantis, acompanhadas por gestos.
Por fim, apresentou-se um instrumento desconhecido, o diapasão. Para surpresa de todos o seu som, a nota , pôde ser percebida de uma forma curiosa. Como o som se propaga através da matéria, bastou colocar o dedo no ouvido e, fazendo o diapasão vibrar no cotovelo, o som chegou finalmente ao seu destino.
Foi com pena que tivemos de nos despedir, mas ficámos com a promessa de um novo encontro. Até breve!

A última música cantada foi As Galinhas que todos conheciam. Querem recordá-la?

Encontros na biblioteca: o Professor José Carita e o Cavaquinho

O Professor Carita veio à nossa biblioteca para desenvolver uma actividade de expressão musical. Foi um momento muito animado e participado por todos nós.
Primeiro apresentou-nos o cavaquinho, instrumento tradicional do Minho, e contou um pouco da sua história. Aproveitámos para recordar as famílias dos instrumentos musicais e classificámos o cavaquinho como pertencente à família dos instrumentos de corda.
A seguir, ensinou-nos diversas canções simples, mas muito divertidas, que cantámos acompanhando-as com gestos e palmas. O entusiasmo foi grande e, no final, a pedido de todos, foi repetida a cantiga Alecrim aos Molhos.
Como souberam a pouco aqueles 60 minutos! Ficámos com vontade de mais, de muito mais!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Encontros na biblioteca: recortes rendilhados com o Professor Louro Artur

Desta vez o Professor Louro Artur propôs-nos um verdadeiro desafio: dobrar e vincar um rectângulo de papel de seda e desenhar algumas figuras. 
As fotocópias que foram distribuídas exemplificavam os passos a seguir. Depois, com uma tesoura, recortámos os desenhos e obtivemos, como por magia, uma sequência de figurinhas todas iguais. À medida que estas iam surgindo, iam sendo colocadas sobre folhas pretas. O efeito obtido foi muito bonito e colorido.
Este não foi um exercício fácil, mas com persistência pode-se sempre melhorar. 
Aqui fica a sugestão: por que não treinar, em casa, talvez mesmo com a ajuda dos Pais? É só seguir  as indicações que se encontram nas fotocópias. Vamos a isso?
Para os mais corajosos, aqui deixamos duas sugestões diferentes, para decorar as suas festas de aniversário. 
Os vídeos estão em castelhano, mas é fácil entender tudo... Ora vê! 

Encontros na biblioteca: modelagem com o Professor Louro Artur

O Professor Louro Artur, uma referência incontornável das Artes Plásticas deste nosso concelho de Almada, foi mais uma vez o convidado da nossa Biblioteca. Nesta sessão, ensinou os alunos do 2º ano a modelar o corpo humano.
Primeiro, foi preciso construir uma figura humana deitada, começando pela cabeça, depois o pescoço, e a seguir o tronco e os membros. Depois, houve que a levantar, sentando-a. Não foi nada fácil, mas os resultados foram compensadores.
Finalmente, numa segunda sessão, estas esculturas foram pintadas.
Olhem como ficaram bonitas!   




Encontros na biblioteca: dobragens em papel com o Professor Louro Artur


O Professor Louro Artur ensinou a transformar uma folha de papel num copo. A dificuldade estava em dobrar e vincar cuidadosamente o papel, de modo a obter um copo quase perfeito.
Depois, era só decorá-lo a gosto, com lápis de cor ou canetas de feltro.
Como ficaram orgulhosos os alunos com os seus copos tão bonitos e originais!


Sabias que no Japão a arte da dobragem do papel se chama origami

Recorda aqui como se faz o copo e aprende a criar outros objectos.

Os pequenos filmes que se seguem, são boas sugestões para ocupares os teus tempos livres com criatividade. 


terça-feira, 12 de abril de 2011

Encontros na Biblioteca: o Professor Oleiro voltou!

O Professor veio encontrar-se com as turmas do 4º ano. 
A conversa decorreu à volta dos mesmos temas, fluindo conforme as perguntas que os meninos lhe foram fazendo. Novamente se falou em como era aprender e ensinar na Almada de outros tempos. 
Desta vez a novidade foi poder observar uma pena, talvez de osso ou de marfim, com um século de existência, que pertenceu ao pai do nosso convidado. Antes, o professor explicou que habitualmente se escrevia com uma pena de pato e demonstrou como era preparada a pena.

Encontros na Biblioteca: novamente com a Avó Manela


Desta vez a avó Manela veio encontrar-se com a turma do 2º B que pôde ouvir as diabruras do Xaneca e ser motivada para a escrita.
A motivação, no 2º A, resultou. A avó Manela teve a alegria de receber a visita do Gonçalo que em dois dias pôs em prática a sugestão de escrever e ilustrar um texto sobre um animal de estimação. Foi uma excelente surpresa! 
O mesmo aconteceu com os alunos desta turma que posteriormente vieram entregar trabalhos. Ei-los aqui!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Encontros na Biblioteca: Apeixonados

O escritor José Pinheiro, a filha Catarina (ilustradora) e a mãe Madalena estiveram na nossa biblioteca para nos falar da obra Apeixonados.
Ficámos a saber como nasce um livro e todos os meninos foram motivados, também eles, a meter mãos à obra. Uns a escrever e outros a ilustrar. Aprendemos que nos podemos apaixonar pelos peixes, isto é «apeixonarmo-nos»... 
Paralelamente, aprendemos a respeitar o mar e suas criaturas, conhecendo-as através dos versos de José Pinheiro. 
A Catarina, com temas sugeridos pelos meninos, fez desenhos para cada uma das turmas. Pena foi não ter podido estar presente na sessão com as turmas do 2º B e do 3º A.
As marionetas fizeram as delícias de todos os alunos. Foram também muito apreciadas os desenhos feitos pela Catarina em camisolas com temas ligados aos clubes de futebol.
Como o livro Apeixonados contém adivinhas, vários foram os meninos que leram quadras e descobriram as soluções.
Os meninos do 2º A fizeram questão de apresentar um trabalho, feito por eles, sobre a sessão. Mostraram-no na vez seguinte, tendo sido muito aplaudido por todos os presentes.