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terça-feira, 28 de junho de 2011

Ler a Meias... e despedidas...

Finalmente, veio a última semana de aulas... E também o Ler a Meias teve o seu fim.
O 4ºA chegou à biblioteca trazendo muitos trabalhos de grupo: lindas histórias ilustradas, escritas a partir do livro Onda, de Suzy Lee. Eram tantas que foi preciso seleccionar apenas duas para serem lidas, pois o tempo não daria para mais. Os seus autores apresentaram-nas, muito orgulhosos, e foram muito aplaudidos.
Seguiu-se a projecção do livro digital da turma: "Tu cá, tu lá... com Rousseau..." e, depois, de fotografias tiradas a esta turma, na biblioteca, no decorrer das sessões, ao longo destes dois anos. Foi um momento de grande emoção:
- Olha eu ali!...- diziam, com entusiasmo.
A professora preferia lembrar em que ocasião tinha sido tirada cada foto...
- É bom recordarmos o que fizemos - comentavam.











O 4ºA fez a sua avaliação escrita e anónima do Ler a Meias...
Disse-se adeus. Parecia que tudo tinha acabado. Mas não! 
A professora Manuela teve ainda uma surpresa: pediram-lhe para "chegar ao pátio"... Foi então rodeada pelas duas turmas e recebeu das suas mãos um livro cheio de dedicatórias e ilustrações, sendo cada página da autoria de cada um dos meninos do 4º A e do 4º B. 
Foi mais um momento muito carinhoso, comovente e inesquecível...
- A minha prenda foram as histórias, as poesias...; o amor aos livros e à leitura... - afirmou a professora Manuela Caeiro, à despedida.

Encontro de todas as turmas com o Professor José Carita

Nesta sessão final, reuniram-se todas as turmas da nossa escola no ginásio. Foi o culminar de todas as sessões individuais anteriormente realizadas.
As canções aprendidas foram agora cantadas de novo ao som do já nosso conhecido cavaquinho e de mais outros dois instrumentos, também de cordas: a viola ou guitarra e o bandolim.

A participação e entusiasmo tanto das crianças como dos adultos foram contagiantes.
O Tomé também deu uma ajuda: até parecia um verdadeiro profissional!
Ficou a promessa de novos encontros. Estes sim, irão contar com a participação de mais executantes, o que não foi possível garantir nesta sessão, para desapontamento de todos. Ficaremos à vossa espera.
Bem-haja, Professor Carita!

Recortes e dobragens: uma aula prática

Os meninos da professora Isaura precisavam de decorar as suas capas, para guardar os trabalhos da escola. Nada melhor do que pôr em prática o que aprendemos com o professor Louro Artur. A Biblioteca também deu uma ajuda.
Deitámos mãos à obra e trabalhámos afincadamente durante toda a tarde. Sugeriram-se desenhos para os recortes, mas alguns meninos gostaram de criar os seus. 
Seguidamente, passámos à dobragem do papel. Voltámos a exemplificar, construindo animais muito conhecidos: o cão, o gato, o peixe.
Finalmente, começaram a aparecer os primeiros resultados.
Ora vejam como ficaram bonitas as capas destes alunos, tão aplicados e talentosos!



Encontros na biblioteca: o Professor Carita e o seu cavaquinho

Mais uma vez o cavaquinho foi o rei destas sessões. Ficámos a saber que existem três tipos de instrumentos de corda (cordofones): os instrumentos de corda percutida (piano), os de corda friccionada (violino) e os de corda dedilhada (cavaquinho).
Cantaram-se várias canções, sempre acompanhadas por gestos e com o alegre fundo musical proporcionado pelo cavaquinho. 
Foi novamente exemplificada a propagação do som do diapasão, através dos nossos ossos.
Como estamos na época dos Santos Populares, ensaiámos uma marcha, para cantarmos na sessão colectiva que irá juntar todas as turmas da escola.
Aqui fica a letra, para poderes recordá-la.


Marcha


Refrão:
Com quadrados de papel
E tesouras p'ra cortar
Ficam feitos os balões
Para os santos festejar


Ó meu rico Santo António
P’ró teu altar dou dinheiro
Arranja-me um lindo par
Não quero ficar solteiro!
Lá-lá-rá-lá-lá

(Refrão)

Vou queimar a alcachofra
Na noite de São João
E logo fico a saber
Se tu és um aldrabão!
Lá-lá-rá-lá-lá

(Refrão)

As fogueiras de São Pedro
Quero saltar de mão dada
Com quem precisa de mim
E me chama namorada!
Lá-lá-rá-lá-lá

(Refrão)

Agora, a seguir, poderás ver e ouvir o Professor Carita a tocar uma música portuguesa, à viola. Que diferença!

Hora do conto: duas histórias

Já tínhamos contado histórias de muitas maneiras, mas nunca através de áudio-livros. Existe na Biblioteca uma colecção de histórias em livro bilingue (português e inglês) e em cassete áudio (também bilingue).
Escolhemos Os três filhos do Czar. Os meninos puderam ouvir o conto ao mesmo tempo que viam as ilustrações do livro. Um Czar (título usado pelos reis do império russo), já idoso, quis escolher o seu sucessor. Como tinha três filhos, decidiu pô-los à prova. Todos deveriam casar e o escolhido seria aquele que provasse ter a esposa perfeita. O novo Czar acabou por ser o que tinha casado com uma gata. Afinal, esta não era mais do que uma linda princesa enfeitiçada. Só o amor do seu príncipe foi capaz de quebrar o encanto.


Uma vaca chamada estrelinha, de Luísa Ducla Soares, foi o conto seguinte. Dois primos muito pobres, o Zé e o Barnabé, decidiram comprar uma vaca a meias. Tudo correu bem até ao momento em que foi preciso decidir como a partir ao meio. Com qual das metades deveria ficar cada um?
Temos uma vaca
Chamada Estrelinha
Metade é tua
Metade é minha
Os meninos foram então convidados a dizer qual das duas metades escolheriam. Poucos quiseram ficar com a cabeça. Esta tinha os chifres que davam sorte. A maioria escolheu a parte do rabo por causa do leite.
A história conta-nos que um dos primos, o Barnabé, escolheu ficar com a parte da cabeça, sempre era mais airosa, mais limpa, e o primo Zé decidiu-se pelo rabo. No final percebemos que foi este o sortudo: tirava o leite, fazia queijos e manteiga e ainda recolhia o estrume para adubar a horta. Ao outro cabia unicamente alimentar o animal. Que pouca sorte!
Falámos ainda de provérbios ou ditados populares e explicámos alguns como: ser de se lhe tirar o chapéu, andar que nem um brinquinho, ser uma estampa. Afinal quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte!
Se quiseres reler a história, aqui a tens.
Recorda:
- Um provérbio ou ditado popular é uma frase que encerra o saber popular e que é transmitida de geração em geração.
- As lengalengas são histórias prolongadas e repetitivas.

Um momento de poesia

A Patrícia do 4ºB ofereceu-nos esta bela poesia intitulada Maresia. Nela fala-nos do mar, por certo inspirada na obra Onda, de Suzy Lee, recentemente apresentada numa sessão do Ler a Meias…
Ora vejam como é simples e linda!
  
Maresia
O mar é mágico…
tem duas cores
azul do céu e verde das algas.
Às vezes é doce
mas também é salgado.
As suas ondas são divertidas
mas igualmente perigosas.
Tem cuidado
senão a onda apanha-te! 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O prometido é devido

Tal como prometemos, aqui estão os trabalhos das turmas do 4º ano: Tu cá, tu lá... com Rousseau, resultantes dos ateliês de expressão plástica dinamizados pela professora Clarinda Matos.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ler a Meias..., em Onda de escrita...


Foi a partir do livro Onda, da ilustradora coreana Susy Lee, que a professora Manuela Caeiro lançou aos alunos do 4º ano um desafio de escrita... 
Os dois textos do 4ºB que a seguir encontras merecem aplausos!

Onda
A Maria gosta de brincar com o mar.
E o mar gosta de brincar com a Maria.
Eles são grandes amigos. Embora não pareça.
A Maria passa as tardes ao pé do mar.
Eles brincam à apanhada
à “Mamã, dá licença?”
e jogam Karaté.
Mas às vezes a Maria entusiasma-se demais…
…e o mar não gosta.
Quando o mar se aborrece
fica raivoso.
E não há nada a fazer.
E a sua raiva cresce cada vez mais
até a onda rebentar.
Então a calma volta
e o mar traz novos amigos à Maria.
A Maria tem agora novos amigos
mas não esquece os antigos.
- Adeus mar 
vou voltar.
 Beatriz Pé-Curto Mendes 
Onda
Era uma vez uma menina chamada Maria que foi à praia com a mãe. 
Ela foi logo para o pé das ondas do mar. Lá do fundo vinham ondas cada vez maiores. Conforme as ondas iam ficando mais perto, as gaivotas iam-se chegando para trás. 
De repente, veio uma onda muito alta e a menina tentou assustar a onda, mas acabou por fugir. Sentou-se a ver o mar. Veio então uma onda gigantesca, enorme… Dessa, a menina já não conseguiu escapar. A Maria ficou encharcada, mas reparou que o mar lhe tinha trazido conchas e ficou ali a brincar até que a mãe a chamou e disse:
- Filha, anda para casa que já é tarde!
E a menina lá foi, toda contente.
Margarida de Sousa 
Muitos Parabéns, Beatriz e Margarida!
Cooperaram muito bem com Susy Lee!

Ler a meias… em tempo de balanço e despedidas…

O 4º B acorreu à biblioteca, sem vontade que fosse a última sessão… 
Escutaram poemas relacionados com o mar: Atlântico, de Sophia de Mello Breyner Andresen; Surf e Crepúsculo, de Manuel Alegre; Onda, de Maria Rosa Colaço; História do Sr. Mar, de Matilde Rosa Araújo… Palmas!!! 
Havia um trabalho para apresentar...
A pergunta da professora Manuela Caeiro não se fez esperar: algum aluno da turma encontrou palavras para associar às ilustrações do livro Onda, de Susy Lee?...  
- Sim!

Duas meninas agarraram este desafio de escrita: a Margarida escreveu uma linda história em prosa e a Beatriz, um belo texto poético! 
Escutámos os seus trabalhos com imenso agrado, enquanto revíamos as ilustrações do livro.
A professora Manuela mostrou então velhos livros de histórias, de António Botto, Maria Isabel de Mendonça Soares, Ilse Losa…  
A nossa biblioteca escolar tem a 1ª edição de O quadro roubado, de Ilse Losa, e assim se puderam comparar as ilustrações da antiga e da nova edições… Que diferença! Podem gostar ou não, mas uma coisa é certa: a obra é a mesma! (Experimentem ler!)
A professora fez uma retrospectiva do que aconteceu ao longo destes dois anos, no Ler a Meias… 
Havia sempre alguém a dizer, com um sorriso: “Eu lembro-me muito bem!”... E no entanto foram quase três dezenas de sessões, muitas temáticas abordadas, muitíssimos livros lidos!…

À despedida, os meninos avaliaram este projecto, por escrito, de forma anónima e livre.
Muitos afirmaram que agora gostam mais de livros e de ler... etc...
As histórias tornaram-nos felizes...
As suas opiniões deixaram a professora Manuela muito comovida!
Aqui para nós: será por isso que vai voltar, no dia 21
(Chiu!... Anunciou que vai mostrar fotografias…)

O Ler a Meias... e as festas de Junho...

Em Junho, festejamos o Dia de Portugal, no dia do nosso poeta Luís de Camões - que contou a História de Portugal no seu livro Os Lusíadas... (O Barbi-Ruivo, de Manuel Alegre, serviu de pretexto para falar nisso.)
Em Junho, festejamos também os Santos Populares.
Destes, sobretudo, se falou na sessão com o 3º ano: quem foram, quando viveram, quando se festejam... Dão-nos feriados municipais, com muitos comes e bebes, festejos e tradições. Não faltam quadras... nem lendas! 
Sugeriu-se a leitura de O livro das datas, de Luísa Ducla Soares, bem como de um livro de quadras populares, edição da CMA (ambos da biblioteca).
Cantou-se uma quadra... 
Contou-se a lenda das cegonhas que voam pela 1ª vez na noite de S. João...
Leu-se o conto As chaves do Sô Pedro, de Maria Isabel de Mendonça Soares. E conversou-se, a propósito da autora e da história ...
Junho é Verão, são as férias a chegar devagarinho... Era dia de despedida!... 
Fez-se o balanço do Ler a Meias...: os meninos gostaram; querem que continue, para o ano... (Veremos!)


Ficou por fim o convite da professora Manuela Caeiro para lerem muito, lerem tudo...: o mar, as árvoresa ruao álbum de fotografiaas tabuletasos sinaisas embalagensos objectosas cores do diao rosto das pessoasas instruções dos electrodomésticoso tempoas cartas, os postaiso mundo inteiro ou o seu canteiro...
(Texto retirado de um cartaz da livraria O bichinho de conto)

Encontros na Biblioteca: o Comércio Justo e a Professora Colette

A Professora Colette começou por nos ensinar o que era uma Cooperativa e quais as suas vantagens, comparando-a com uma empresa. Seguidamente, explicou em que consiste a cadeia comercial que vai desde o consumidor de um dado produto (chocolate/cacau), até ao produtor (agricultor), passando pelo comércio a retalho e grossista, pela fábrica e pelo transporte.
Ficámos a saber em que países se produz o cacau (Costa do Marfim, Gana…) e  onde se consome o chocolate (Europa, América do Norte…). 
Ao leres os rótulos dos produtos provenientes do Comércio Justo, podes ficar a saber a origem exacta de cada produto.
Para percebermos melhor em que consiste o Comércio Justo, fizemos um jogo. Foram distribuídos dois cartões a cada aluno: um vermelho e outro verde. À medida que a Professora Colette ia lendo um pequeno texto sobre uma cooperativa de produtores de cacau, no Gana, os meninos deveriam levantar um dos cartões: o vermelho, para assinalar os aspectos negativos/problemas e o verde, sempre que era referido um aspecto positivo/solução.
O tempo não deu para concluir a leitura do texto.
Para saberes um pouco mais sobre este tema, deixamos-te dois vídeos: um sobre o Comércio Justo e outro sobre o cacau e o chocolate.

Encontros na biblioteca: o Cavaquinho e o Professor José Carita



Conhecem o cavaquinho? Sabiam que este instrumento musical foi difundido pelos imigrantes minhotos? E que, a partir da Madeira, foi introduzido no Brasil, Cabo Verde e Havai? E que o seu som, estridente e muito característico, fez com que os havaianos lhe chamassem de Pulga Saltitante (ukulele)?
Após um breve aquecimento vocal, os meninos do 2º ano cantaram alegremente várias canções populares e infantis, acompanhadas por gestos.
Por fim, apresentou-se um instrumento desconhecido, o diapasão. Para surpresa de todos o seu som, a nota , pôde ser percebida de uma forma curiosa. Como o som se propaga através da matéria, bastou colocar o dedo no ouvido e, fazendo o diapasão vibrar no cotovelo, o som chegou finalmente ao seu destino.
Foi com pena que tivemos de nos despedir, mas ficámos com a promessa de um novo encontro. Até breve!

A última música cantada foi As Galinhas que todos conheciam. Querem recordá-la?

Visita ao Arquivo Histórico

 Coube, desta vez, ao 4º B fazer uma visita ao Arquivo Histórico. A história da escrita foi mais uma vez abordada, pelo Director do Arquivo. O Dr. Alexandre Flores mostrou aos meninos um documento muito antigo em pergaminho que suscitou muita curiosidade. Aproveitou ainda para chamar a atenção dos alunos para a beleza da letra, muito certinha, e do cuidado com que o escrivão tinha elaborado aquele documento. Aprendemos que os livros, principalmente estes que são muito antigos e valiosos, têm de ser tratados com muita delicadeza e cuidado. Para os não estragar, temos de calçar luvas de algodão e só depois lhes podemos pegar. No Arquivo existe uma técnica de conservação que se encarrega de tratar estes documentos como se fossem bebés!
A História de Almada foi o tema seguinte. 
Ficámos fascinados ao observar a segunda edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto. Este livro tem a particularidade de ter uma parte impressa e outra manuscrita, para substituir algumas páginas que faltavam.





Hora do conto: Os cisnes selvagens

Hans Christian Andersen escreveu esta história de coragem e magia. Conta-nos como uma pequena princesa conseguiu quebrar o encanto com que a sua maldosa madrasta tinha enfeitiçado os seus 11 irmãos. No fim, os maus foram castigados e os bons recompensados. Os meninos do 2ºA viram esta história em DVD.
Aqui te deixamos uma outra versão da mesma história.

Encontros na biblioteca: o Professor José Carita e o Cavaquinho

O Professor Carita veio à nossa biblioteca para desenvolver uma actividade de expressão musical. Foi um momento muito animado e participado por todos nós.
Primeiro apresentou-nos o cavaquinho, instrumento tradicional do Minho, e contou um pouco da sua história. Aproveitámos para recordar as famílias dos instrumentos musicais e classificámos o cavaquinho como pertencente à família dos instrumentos de corda.
A seguir, ensinou-nos diversas canções simples, mas muito divertidas, que cantámos acompanhando-as com gestos e palmas. O entusiasmo foi grande e, no final, a pedido de todos, foi repetida a cantiga Alecrim aos Molhos.
Como souberam a pouco aqueles 60 minutos! Ficámos com vontade de mais, de muito mais!

Hora do conto: Pinóquio

Esta história, recontada por Walt Disney, fala-nos de Pinóquio, um menino de madeira que ganhou vida. Como não era nada obediente, estava sempre metido em sarilhos. 
Cheio de ternura e fantasia, este conto foi seguido com muita atenção pelos nossos meninos.
Ora vê aqui e ali alguns excertos deste filme de animação.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ler a Meias... e o Mar...





O Ler a Meias... levou os alunos do 4º ano a viajar pelo mar e pelo tempo…
O Mar, de Luísa Ducla Soares, chamou a atenção para questões ecológicas: o mar é vida, sustento e diversão, mas é também morte e poluição…


Em seguida, Bartolomeu Marinheiro, de Afonso Lopes Vieira, permitiu fazer uma viagem ao tempo dos Descobrimentos portugueses. Os meninos de ambas as turmas gostaram tanto desta obra e sentiram-se tão orgulhosos da História de Portugal que bateram palmas!

O álbum ilustrado de Susy Lee, Onda, foi a história sem palavras que a seguir todos “leram” a meias com a professora Manuela Caeiro.
Finalmente, foi feito um convite para escreverem agora o seu texto, em prosa ou em verso, individualmente ou em grupo…
Contamos ouvir ler essas histórias na próxima sessão... (A próxima será já a última! Os meninos já manifestam saudades…)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Defesa do consumidor: como ler um rótulo

Comprar, comprar, comprar…, de Luísa Ducla Soares, deu o mote para educar os nossos pequenos consumidores do 4º ano, alertando-os para a importância da leitura e análise atenta da informação que acompanha os bens que adquirimos: electrodomésticos, roupa, alimentos, etc... 


Centrámos a nossa atenção nos rótulos dos produtos alimentares que podemos encontrar num supermercado. Para consolidar os conhecimentos, foi preenchida a ficha Caça ao rótulo, com base numa embalagem de bolachas. 
Esta actividade serviu como introdução ao próximo encontro na biblioteca: vamos acolher a Professora Colette, do Comércio Justo.

Encontros na biblioteca: recortes rendilhados com o Professor Louro Artur

Desta vez o Professor Louro Artur propôs-nos um verdadeiro desafio: dobrar e vincar um rectângulo de papel de seda e desenhar algumas figuras. 
As fotocópias que foram distribuídas exemplificavam os passos a seguir. Depois, com uma tesoura, recortámos os desenhos e obtivemos, como por magia, uma sequência de figurinhas todas iguais. À medida que estas iam surgindo, iam sendo colocadas sobre folhas pretas. O efeito obtido foi muito bonito e colorido.
Este não foi um exercício fácil, mas com persistência pode-se sempre melhorar. 
Aqui fica a sugestão: por que não treinar, em casa, talvez mesmo com a ajuda dos Pais? É só seguir  as indicações que se encontram nas fotocópias. Vamos a isso?
Para os mais corajosos, aqui deixamos duas sugestões diferentes, para decorar as suas festas de aniversário. 
Os vídeos estão em castelhano, mas é fácil entender tudo... Ora vê!