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terça-feira, 28 de junho de 2011

Recortes e dobragens: uma aula prática

Os meninos da professora Isaura precisavam de decorar as suas capas, para guardar os trabalhos da escola. Nada melhor do que pôr em prática o que aprendemos com o professor Louro Artur. A Biblioteca também deu uma ajuda.
Deitámos mãos à obra e trabalhámos afincadamente durante toda a tarde. Sugeriram-se desenhos para os recortes, mas alguns meninos gostaram de criar os seus. 
Seguidamente, passámos à dobragem do papel. Voltámos a exemplificar, construindo animais muito conhecidos: o cão, o gato, o peixe.
Finalmente, começaram a aparecer os primeiros resultados.
Ora vejam como ficaram bonitas as capas destes alunos, tão aplicados e talentosos!



A Biblioteca na sala de aula: a matéria em powerpoints

A Biblioteca elaborou vários powerpoints, alguns dos quais foram utilizados pela Professora Isaura, no seu 3º A.
Podes rever a matéria dada, a partir destes que foram publicados no Slideshare.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

O Ler a Meias... e as festas de Junho...

Em Junho, festejamos o Dia de Portugal, no dia do nosso poeta Luís de Camões - que contou a História de Portugal no seu livro Os Lusíadas... (O Barbi-Ruivo, de Manuel Alegre, serviu de pretexto para falar nisso.)
Em Junho, festejamos também os Santos Populares.
Destes, sobretudo, se falou na sessão com o 3º ano: quem foram, quando viveram, quando se festejam... Dão-nos feriados municipais, com muitos comes e bebes, festejos e tradições. Não faltam quadras... nem lendas! 
Sugeriu-se a leitura de O livro das datas, de Luísa Ducla Soares, bem como de um livro de quadras populares, edição da CMA (ambos da biblioteca).
Cantou-se uma quadra... 
Contou-se a lenda das cegonhas que voam pela 1ª vez na noite de S. João...
Leu-se o conto As chaves do Sô Pedro, de Maria Isabel de Mendonça Soares. E conversou-se, a propósito da autora e da história ...
Junho é Verão, são as férias a chegar devagarinho... Era dia de despedida!... 
Fez-se o balanço do Ler a Meias...: os meninos gostaram; querem que continue, para o ano... (Veremos!)


Ficou por fim o convite da professora Manuela Caeiro para lerem muito, lerem tudo...: o mar, as árvoresa ruao álbum de fotografiaas tabuletasos sinaisas embalagensos objectosas cores do diao rosto das pessoasas instruções dos electrodomésticoso tempoas cartas, os postaiso mundo inteiro ou o seu canteiro...
(Texto retirado de um cartaz da livraria O bichinho de conto)

Encontros na biblioteca: o Professor José Carita e o Cavaquinho

O Professor Carita veio à nossa biblioteca para desenvolver uma actividade de expressão musical. Foi um momento muito animado e participado por todos nós.
Primeiro apresentou-nos o cavaquinho, instrumento tradicional do Minho, e contou um pouco da sua história. Aproveitámos para recordar as famílias dos instrumentos musicais e classificámos o cavaquinho como pertencente à família dos instrumentos de corda.
A seguir, ensinou-nos diversas canções simples, mas muito divertidas, que cantámos acompanhando-as com gestos e palmas. O entusiasmo foi grande e, no final, a pedido de todos, foi repetida a cantiga Alecrim aos Molhos.
Como souberam a pouco aqueles 60 minutos! Ficámos com vontade de mais, de muito mais!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Encontros na biblioteca: recortes rendilhados com o Professor Louro Artur

Desta vez o Professor Louro Artur propôs-nos um verdadeiro desafio: dobrar e vincar um rectângulo de papel de seda e desenhar algumas figuras. 
As fotocópias que foram distribuídas exemplificavam os passos a seguir. Depois, com uma tesoura, recortámos os desenhos e obtivemos, como por magia, uma sequência de figurinhas todas iguais. À medida que estas iam surgindo, iam sendo colocadas sobre folhas pretas. O efeito obtido foi muito bonito e colorido.
Este não foi um exercício fácil, mas com persistência pode-se sempre melhorar. 
Aqui fica a sugestão: por que não treinar, em casa, talvez mesmo com a ajuda dos Pais? É só seguir  as indicações que se encontram nas fotocópias. Vamos a isso?
Para os mais corajosos, aqui deixamos duas sugestões diferentes, para decorar as suas festas de aniversário. 
Os vídeos estão em castelhano, mas é fácil entender tudo... Ora vê! 

Encontros na biblioteca: dobragens em papel com o Professor Louro Artur


O Professor Louro Artur ensinou a transformar uma folha de papel num copo. A dificuldade estava em dobrar e vincar cuidadosamente o papel, de modo a obter um copo quase perfeito.
Depois, era só decorá-lo a gosto, com lápis de cor ou canetas de feltro.
Como ficaram orgulhosos os alunos com os seus copos tão bonitos e originais!


Sabias que no Japão a arte da dobragem do papel se chama origami

Recorda aqui como se faz o copo e aprende a criar outros objectos.

Os pequenos filmes que se seguem, são boas sugestões para ocupares os teus tempos livres com criatividade. 


terça-feira, 3 de maio de 2011

Ler a Meias, Revolução dos Cravos e Liberdade...

Na primeira 2ª-feira do 3º Período, houve novamente Ler a Meias..., desta vez para o 3º ano.
professora Manuela Caeiro tinha distribuído um livrinho, na sessão anterior. E logo perguntou: Quem leu? Dez meninos levantaram o braço. Quem leu tudo? Dois! 
A verdade é que em conjunto, a partir das ilustrações do livro Beatriz e o Plátano, de Ilse losa, recontaram a história. A Beatriz deu a todos um grande exemplo de determinação e coragem. E assim salvou o lindo plátano da sua praceta.
De seguida, passou-se ao tema desta sessão: a Liberdade.
A professora Manuela sugeriu a leitura de obras da biblioteca: o conto A cidade dos cães, de Luísa Ducla Soares; a história em verso Era uma vez um cravo, de José Jorge Letria... 
Finalmente, leu O Tesouro, de Manuel António Pina.
Uma bonita história que conta como era o País das Pessoas Tristes, antes da Revolução dos Cravos. E que nos lembra que a Liberdade parece muito natural, mas é um verdadeiro tesouro!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Hora do Conto: O dia em que a mata ardeu

Por volta do Equinócio da Primavera, festejando o Dia Mundial da Árvore e da Floresta, lemos ao 3º ano o conto de José Fanha O dia em que a mata ardeu. A família dos pássaros Bisnaus voltou a pôr em risco o equilíbrio ambiental com as suas atitudes de desrespeito pelos seres vivos, animais e plantas. 
Esta história acaba com um final feliz, o que nem sempre acontece. 
Após um incêndio, a reconstituição da vegetação é lenta e pode ser incompleta, assim como o consequente regresso dos animais que aí coabitavam.
Veio a propósito rever os conhecimentos adquiridos, em sala de aula, sobre os seres vivos e as respectivas cadeias tróficas. O filme Floresta, fogo e vida, da Flaminia, reforçou estes ensinamentos.

Hora do Conto: outras linguagens

Uma história pode ser contada de múltiplas maneiras. Normalmente associamo-las aos livros, mas muito antes do papel as histórias andavam de boca em boca, de avós para netos... 
Hoje em dia há também livros digitais, as histórias podem ser lidas com a ajuda de um computador.
Outra coisa: será que as histórias só podem ser contadas com palavras? Olha que não! Podem ser contadas através de desenhos, de fotografias, de melodias, sei lá que mais!...
De certeza que todos gostam de ir ao cinema ou ao teatro. Aí combinam-se várias linguagens: palavras, imagens, música, luz... 
Conhecer uma história vendo um filme tem sido possível, em vários momentos, na nossa biblioteca. Como existem pouquíssimos DVDs, temos beneficiado de empréstimos que nos permitiram ver a Fantasia e outros filmes de animação de Walt Disney bem como alguns contos de Andersen.
Os meninos, dos mais pequenos aos mais crescidos, têm gostado muito!

quarta-feira, 30 de março de 2011

A magia da Biblioteca

Mais uma vez um grupo de alunas do 3º ano, a Carlota, a Joana e a Maria, vieram entregar à Biblioteca um outro trabalho, em forma de livro ilustrado, que explica qual é a magia da biblioteca:

A Biblioteca na sala de aula: rochas, solos e formas de relevo

Chegou a vez das apresentações sobre as rochas, solos e formas de relevo, na aula do 3º ano. Os alunos puderam compreender como a Terra se formou e observar a sua constituição. 
Verificaram que se assemelha a um fruto com casca, polpa e caroço e que a sua superfície é como as peças de um puzzle, em movimento. O rosto desta nossa Terra está sempre em mudança!
Aprenderam como se formam os diferentes tipos de rochas e até as puderam manusear, graças à colecção que os alunos do ano passado ajudaram a construir. Que sorte!
Os solos permitiram recordar as cadeias alimentares. Até se fez uma dramatização. Houve quem fizesse de planta, de veado, de lobo e de bicho-de-conta. A planta (ser produtor) transforma os sais minerais em matéria orgânica; o veado vai comê-la (consumidor herbívoro); o lobo come o veado (consumidor carnívoro); o bicho-de-conta (ser decompositor) transforma a matéria morta (folhas, ramos, cadáveres, excrementos...) em sais minerais que as plantas vão absorver. Assim se percebeu melhor a magia da natureza!
A partir da apresentação sobre as formas de relevo, os alunos puderam aprender como se formam as montanhas e as planícies. A erosão (rios, glaciares, vento...) desgastam as rochas, transportam os sedimentos e finalmente depositam-nos. As rochas, pela acção da erosão, "apodrecem" e partem-se facilmente, tal como o povo diz no provérbio água mole em pedra dura tanto dá até que fura. A Maria tentou, sem sucesso, partir um granito são; conseguiu fazê-lo num granito apodrecido que se esboroou facilmente sob os seus dedos.
 Os meninos surpreenderam pela atenção com que seguiram e participaram na aula e pelos trabalhos que produziram por iniciativa própria. 
 
Para poderes relembrar estas matérias aqui ficam os powerpoints.





Encontros na Biblioteca: Lendas e tradições de Almada


Luís Barradas e Victor Borges, o co-autor e o ilustrador do livro Lendas e outras tradições de Almada, uma edição da CMA, vieram à escola a convite da Biblioteca. Simultaneamente, na sala 2, decorreu uma exposição alusiva ao tema. Luís Barradas veio apresentar, a todas as turmas, uma lenda e uma tradição de Almada antiga. 
Victor Borges, presente em duas das sessões, fez, a pedido, diversos desenhos com que presenteou os meninos. O nosso Hugo quis também mostrar como desenha bem e surpreendeu o Victor com a oferta de um desenho seu.  Revelou ainda que sonha vir a ser um grande ilustrador! 
Luís Barradas começou por explicar como se faz um livro. Esta obra surgiu a partir da sua pesquisa em antigos periódicos almadenses. O ilustrador, para se inspirar, antes do mais teve de ler tudo atentamente.
Ao longo dos vários encontros, foram mostradas imagens ilustrativas de antigos locais e tradições de Almada: Porto da Paulina, Porto Brandão, Lazareto, Castelo de Almada... Falou-se igualmente do Ginjal, das antigas profissões, da Fonte da Pipa onde também se abasteciam os navios da Carreira da Índia... As sessões suscitaram a curiosidade dos meninos e foram muito participadas. 


No 4º ano, Luís Barradas, depois de contar a lenda de S. João, propôs que imaginassem a continuação da lenda… Um de cada vez contaria mais um pouco, a partir do ponto em que ficasse o colega anterior.
No 4º A, o final foi assim:
Luís Barradas - Cristãos e mouros travaram uma grande batalha na Ramalha.
- No dia seguinte,...
(...) 
- No dia seguinte, hastearam a bandeira portuguesa na torre mais alta do castelo de Almada.
(...)
- João Tiago, os seus homens e a linda moura foram comemorar a vitória.
4º A - E finalmente foram descansar.
 - No dia a seguir, vieram caminhar por Almada, para se darem a conhecer às pessoas da vila que foram simpáticas para eles.
- No meio do povo, estavam três espiões infiltrados.
- Entretanto os mouros que tinham perdido a batalha atacaram de novo.
- João Tiago morreu na batalha. O exército português perdeu o seu Comandante.
- A luta foi dura, rolaram cabeças e os mouros estavam a vencer.
- A namorada moura de João Tiago foi acusada de traição e tentou suicidar-se. Mas salvou-se. Estava viva!
- Houve uma grande reviravolta na batalha e os cristãos conseguiram vencer.
- A bandeira portuguesa voltou a ser hasteada na torre do castelo.
- Já estamos fartos de guerra – diziam os portugueses. 

Luís Barradas – João Tiago acordou. Afinal, tudo não passava de um sonho… Aliás, tinha sido um enorme pesadelo!

Ler a Meias… e o Ambiente: plantas, animais e gente

No Ler a Meias…, com o 3º ano, falou-se de Ambiente.
Primeiro, mostraram-se livros, existentes na biblioteca escolar, sobre esta temática. 
E logo de seguida, a história Tanto, tanto!, de Trish Cooke, na qual entra muita gente. Um bebé e a sua família reúnem-se para fazer uma festa-surpresa ao pai, no dia de anos deste... E todos gostam tanto, tanto do bebé!... E este gosta tanto, tanto dos mimos de todos!...
(Ter a família reunida é muito agradável – concordaram os meninos.)
Como se comportam os animais, viu-se bem pelo livro informativo Gatinhos, da Colecção Vê-me crescer. Quando nascem, os gatos nem abrem os olhos, mas rapidamente começam a levantar-se, depois a andar, a brincar, lutando com os irmãos, a trepar às árvores…, até que se tornam adultos e têm as suas crias…
(Os meninos tinham muitas histórias de gatos para contar…)
E faltava falar de plantas. Como se reproduz uma árvore?
Tim Bowley escreveu Jaime e as bolotas que nos faz perceber como pode ser difícil uma sementinha transformar-se num grande carvalho que dê bolotas aos esquilos, rebentos às cabras, troncos aos lenhadores…, uma árvore a que os meninos possam trepar sem partir ramos… Ele semeou bolotas muitas vezes e teve de ser muito persistente para conseguir!…
Por fim, os meninos do 3º ano ratificaram a Declaração dos Direitos do Homem, dos Animais e das Plantas, proposta por Alain Hervé e aprovaram os seus dez artigos.
Como querem sempre ler, a professora Manuela Caeiro deixou exemplares de Beatriz e o plátano, de Ilse Losa, para todos lerem o livro calmamente e fazerem o reconto na próxima sessão.
Veremos se os meninos são bons contadores de histórias!

Encontros na Biblioteca: Professor Oleiro

O Professor Oleiro, que é patrono da escola situada em frente da nossa, foi aqui professor residente, com a sua família. No espaço onde hoje é a nossa biblioteca, existiam três quartos de dormir: o dele, o do seu filho e uma salinha onde podiam dormir as visitas. No rés-do-chão, ficava a cozinha, a sala de jantar e a casa de banho. Ainda existiam duas salas de aula, uma delas com comunicação directa para a sala de jantar. 
Este professor veio conversar com as várias turmas da escola, faltando ainda o encontro com os 4º anos. 
Ficámos a saber como se ensinava e aprendia, no seu tempo. Que grande diferença! Os meninos ficaram um poucos confusos com essas diferenças: não havia televisão, computador... Faltava a biblioteca, o refeitório, o ATL, as AECs...
Havia muitos castigos, embora o Professor Oleiro raramente os praticasse.
Foi uma conversa serena e participada, devido à curiosidade dos meninos.
Quem quiser saber mais sobre a história da antiga escola Conde de Ferreira ou escola do Campo, pode consultar o livro Escola Conde de Ferreira: um pouco da sua história (1868-2008) de Feliciano Oleiro e Luís Barradas, uma edição da CMA. 
Proximamente, o Professor Oleiro, em parceria com Luís Barradas, publicará as suas memórias. Ficamos à espera.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Encontros na Biblioteca: Apeixonados

O escritor José Pinheiro, a filha Catarina (ilustradora) e a mãe Madalena estiveram na nossa biblioteca para nos falar da obra Apeixonados.
Ficámos a saber como nasce um livro e todos os meninos foram motivados, também eles, a meter mãos à obra. Uns a escrever e outros a ilustrar. Aprendemos que nos podemos apaixonar pelos peixes, isto é «apeixonarmo-nos»... 
Paralelamente, aprendemos a respeitar o mar e suas criaturas, conhecendo-as através dos versos de José Pinheiro. 
A Catarina, com temas sugeridos pelos meninos, fez desenhos para cada uma das turmas. Pena foi não ter podido estar presente na sessão com as turmas do 2º B e do 3º A.
As marionetas fizeram as delícias de todos os alunos. Foram também muito apreciadas os desenhos feitos pela Catarina em camisolas com temas ligados aos clubes de futebol.
Como o livro Apeixonados contém adivinhas, vários foram os meninos que leram quadras e descobriram as soluções.
Os meninos do 2º A fizeram questão de apresentar um trabalho, feito por eles, sobre a sessão. Mostraram-no na vez seguinte, tendo sido muito aplaudido por todos os presentes.